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Se Amanda Knox (na foto) não fosse uma carinha laroca e os crimes de homicídio e violação em que se viu envolvida não se revestissem de contornos “picantes”, dificilmente esta história teria tanto impacto mediático. Afinal, todo o suspeito é presuntivamente inocente até prova em contrário e, no caso, parece que a acusação do Ministério Público italiano padecia de inúmeras falhas.

Mas, ao ver as imagens da partida da americana no aeroporto de Fiumicino, depois de ter sido absolvida e consequentemente libertada após quatro anos de prisão, fica a dúvida (eterna) – até que ponto estará inocente, se falta ao único condenado efectivamente preso o móbil do crime?

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