A condenação em 1.ª instância está alinhada com o sensibilidade do cidadão comum, à semelhança da sentença que condenou um psiquiatra que terá violado a sua paciente, nas últimas  semanas de gravidez.

O pior é quando o caso chegar à Relação do Porto: por analogia com alguma das teses do douto acórdão que absolveu o psiquiatra, também este professor corre o sério risco de descontraidamente continuar a dar aulas e a molestar as suas alunas, por se entender que nenhum dos actos praticados é mais do que mero “piropo”…

Anúncios