Lia-se aqui há uns anos nuns flyers cuidadosamente depositados em cima dos “cócós” caninos na Avenida do Brasil e ruas adjacentes, no Porto, iniciativa essa que parece agora ser replicada em Lisboa, segundo relata o Público.

Mesmo naquela zona, em que não faltam dispensadores de sacos higiénicos, meter a pata na bosta é um risco potencial para qualquer cidadão mais distraído, e a coisa parece não ter solução.

Por mim, resolvia a questão facilmente: um imposto municipal especial, incidente sobre cada cãozinho devidamente licenciado, cuja receita seria destinada a assegurar a limpeza sistemática e aplicação nos passeios de produtos repelentes de canídeos – sim, também existem destes produtos para estes animais – só não existem para os donos…

Anúncios