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Confesso que os U2 já não me entusiasmam desde o mítico Achtung Baby, mas por uma razão e outra nunca havia chegado a vê-los ao vivo e esta pareceu-me uma boa oportunidade.

O balanço é positivo: o repertório dos irlandeses é suficientemente vasto para agradar a várias gerações, mas ainda assim e descontando o aparato cénico (espectacular), dá para perceber que aqueles quatro homens sabem e gostam de tocar e cantar para uma multidão, recorrendo ao básico do pop-rock – bateria, baixo, guitarra e voz.

A organização foi excelente, mas deixo um aviso à navegação: Coimbra é uma cidade pequena e de difícil circulação automóvel, pelo que se torna indispensável procurar deixar o carro o mais perto possível do estádio, já que os autocarros não conseguem escoar em tempo útil a multidão no final do concerto – eu fiquei uma hora e meia numa fila para apanhar um autocarro de volta ao parque onde havia estacionado o meu carro.

De volta à música, só para uma nota final: o alinhamento de Domingo foi melhor do que o de Sábado (ouvi New Year´s Day e Ultra Violet, p.ex.) e os Interpol foram muito bons, se bem que me pareça ser esta uma opinião não muito consensual… 😉

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