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Nota prévia – Paulo Sérgio não me parece ser um mau treinador: se é um bom treinador é que estamos (ainda) para ver;

1.º – No labirinto de tácticas e da inconstância em que se enredou a minha equipa, claramente é o modelo apresentado contra o Lille que mais me satisfaz;  

2.º – Por sectores, o guarda-redes é o elo mais forte desta época – Rui Patrício está finalmente a fazer uma época segura e por ele tem passado o melhor da equipa;

3.º -Na defesa os laterais não comprometem e têm, até, sido os motores de muito do jogo de ataque conduzido pelos flancos. O pior é a parelha de centrais: se um tem centímetros a menos (Carriço) que compensa com atitude, ao outro (Nuno André Coelho) sobra-lhe em altura o que lhe falta em poder de decisão, parecendo-me revelar-se um défice de veterania capaz de arrumar aquela zona do campo;

4.º – No meio-campo, há a fase APM e a fase DPM, leia-se antes e depois da lesão de Pedro Mendes: a falta de poder de condução da bola, de qualidade de passe e de remate de longa distância apenas tem sido compensada por Maniche, mas sem completo sucesso;

5.º – No ataque, Liedson não tem resolvido (em nítida falta de forma e a acusar a veterania) e dos extremos apenas Vuk parece querer finalmente compensar os adeptos por todas as infantilidades cometidas noutras épocas.

Por último um factor suplementar: a já consabida falta de paciência dos adeptos no Estádio de Alvalade, de fazer perder a paciência a um adepto tranquilo como aquele que se subscreve…

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