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No 4.º dia de Roland Garros, eis que o costumeiro chauvinismo francês veio ao de cima: depois de estar a ganhar por dois sets a zero, o francês Gaël Monfils deixou-se empatar 2-2 pelo seu adversário italiano Fabio Fognini.

No princípio do 5.º e decisivo set Fognini avança para um concludente 3-1, e o céu ameaçava tombar em Paris, agravado pela noite que caía rapidamente.

Dado que Monfils, empurrado pelo público, consegue recuperar até ao 3-3, tudo faria prever uma interrupção imediata, mas não. Ignorando os apelos insistentes de Fognini (que levou uma penalização de um ponto), e “obedecendo” à multidão incitada por Monfils, os jogadores foram obrigados a ficar em campo até ao 5-5, sem outra iluminação artificial que não a luz dos placards electrónicos e dos camarotes aumentada ao máximo, e contando com a derradeira ajuda dos holofotes da torre Eiffel.

O resultado (vergonhoso) foi este, com desfecho previsto para amanhã:

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