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Por norma, sou adepto incondicional de Clint Eastwood, actor ou realizador. Invictuso mais recente, nem por isso não deixa de ser um bom filme, apesar de não ser um grande filme. História verídica, que mistura um lado biográfico de Nelson Mandela com a carreira fantástica da selecção sul-africana de rugby durante o Mundial realizado em 1995 naquele país, em pleno período pós-apartheid, o filme vale sobretudo pelo magnífico papel (mais um) de Morgan Freeman.

Para além de um homem visionário que se serve de um desporto de brancos para unir uma nação, o filme retrata fielmente o mundo do desporto, com as suas tácticas e os mind games que podem ou não significar a glória. Para o final, fica o poema de William Ernest Henley, poeta inglês do século XIX:

Out of the night that covers me, Black as the pit from pole to pole, I thank whatever gods may be For my unconquerable soul.
In the fell clutch of circumstance I have not winced nor cried aloud. Under the bludgeonings of chance My head is bloody, but unbowed.
Beyond this place of wrath and tears Looms but the Horror of the shade, And yet the menace of the years Finds and shall find me unafraid.
It matters not how strait the gate, How charged with punishments the scroll, I am the master of my fate: I am the captain of my soul
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Trailer:

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