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Depois das expressivas vitórias sobre o Everton e o FCP, a atitude mais recomendável é a prudência, tanto mais que não obstante já não nos lembrarmos do sabor agradável de uma semana como a passada, o certo é que nada foi ganho…

A este facto, soma-se a gestão do silêncio do Presidente, que me parece demasiado eloquente: de Carvalhal nada diz e tudo faz imaginar que o (novo) treinador da próxima época esteja já “apalavrado”, numa atitude que tem tanto de prudente como de cobarde – se a história da passada 5.ª feira houvesse sido outra, nada nem ninguém me convence que Carvalhal tivesse tido guia de marcha imediata.

Daí que por todos os motivos e mais algum designadamente, para não correr o risco de despedir a final o treinador que lhe salvou uma época ruinosa, entenda que José Eduardo Bettencourt tem a obrigação de, uma vez por todas, definir se conta ou não com Carvalhal para a próxima época.

Se persistir no silêncio, arrisca-se…

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