Algures na Extremadura, redescubro (passada mais de uma década) a monumental Cáceres sob um frio de rachar (0 a 2 graus): vejo o destino palpável dos fundos comunitários sob a forma de infraestruturas e uma agricultura desenvolvida, apesar da crise aqui ser maior que a nossa.

Também quanto à massa de Bruxelas temos muito que aprender com os nossos vizinhos – nada de carros germânicos de último modelo ou rotundas parolas com esculturas de homenagem ao trabalho ou à indústria…

Mas este frio, Tíome mata!

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