Manhã fria de Fevereiro, parado num semáforo à espera da luz verde: um casal com ar andrajoso (álcool? droga?) atravessa na passadeira e, ao entrar no café, ele abre delicadamente a porta e deixa-a passar à frente. Penso no sorteio do destino e no que terá acontecido com aquelas almas para aqui chegarem, mantendo alguma da compostura de outras épocas…

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