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Tal como aqui prometido, a sequela de “Paris, je t’aime” era mesmo o “New York I, Love You” que, estranhamente, passou de forma discreta pelas salas de cinema nacionais no final de 2009.

E assim como no filme inaugural, trata-se de um conjunto de short-stories nem todas do mesmo calibre em termos de argumento, mas sempre com um fio condutor e de transição entre as mesmas, quanto mais não seja o yellow cab tão tipicamente novaiorquino.

Ainda como traço distintivo face ao primeiro filme, aqui as histórias não estão tão nitidamente compartimentadas e definidas, sendo que os diferentes personagens se entrecruzam aqui ou ali, remetendo o espectador, precisamente, para aquilo que julgo ser o tema principal do filme: os encontros e reencontros de seres humanos dentro da mesma cidade e o papel reservado ao acaso (ou ao destino?) nesse turbilhão de acontecimentos. 

Por último, dificilmente um mesmo filme consegue reunir actrizes tão interessantes (e bonitas, já agora) como Natalie Portman (também aqui realizadora), Robin Wright Penn, Blake Lively (a Serena da série Gossip Girl), Rachel Bilson e Maggie Q, entre outras. 

A escolher um dos excertos do filme, talvez o surpreendente diálogo entre Ethan Hawke e Maggie Q fosse o eleito, mas este é um filme para ver e rever integralmente.

Diálogo (excerto) entre Ethan Hawke e Maggie Q:

Trailer do filme:

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