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No “Ionline de há poucos minutos consigo descortinar as seguintes notícias relativas aos “coisos”:

Que há preocupação no Brasil com os respectivos direitos, que alguém na Casa Branca já não é o que era, que uma rica herdeira que até tinha uma namorada deixou de por cá andar, e que outro alguém entende que o casamento dos “coisos” é matéria de direitos fundamentais.

Não sei bem porquê (ou talvez saiba) mas de repente tive saudades do falecido Carlos Candal – bem deve funcionar este lobby para conseguir tanta notoriedade e impacto mediático, ao ponto de alguém respeitável vir defender que o casamento dos “coisos” é matéria de direitos fundamentais.

Quanto a este último aspecto, creio existir alguma confusão de conceitos: os “coisos”, tal como qualquer outro ser humano, têm os seus direitos fundamentais assegurados (direito à vida, direito à integridade pessoal, direito à liberdade e segurança, etc…). Realmente, só não podem constituir família, no sentido em que o casamento é um contrato entre duas pessoas de sexo diferente…

Será que quem se coloca à margem da lei deve reivindicar como direito fundamental o de violar a própria lei? Questão interessante que merecerá uma reflexão mais aprofundada enquanto leio o “I”… 🙂

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