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Esta é daquelas notícias que deixa qualquer europeu orgulhoso da sua cultura e da sua cidadania: de há uns anos para cá e sobretudo desde a queda das torres gémeas em Nova Iorque, o mundo ocidental foi inculcando a ideia que era melhor tolerar que resistir ao islamismo extremista.

Em França, por exemplo, sucederam-se as controvérsias sobre o uso de símbolos religiosos nas salas de aula, polémica replicada noutras paragens europeias, e de um e outro lado sobram os sinais de capitulação mascarada de “tolerância”.

Dessa tolerância não há qualquer sinal do “outro lado”, muito pelo contrário: a invasão muçulmana é agora disfarçada e agitada sob as capas do “politicamente correcto” e não há governo da esquerda progressista que lhe resista.

Ainda bem que os suiços nos dão (a todos os europeus) um sinal da verdadeira tolerância – o exercício máximo da democracia sob a forma de um referendo, o qual sem negar a liberdade de culto, a restringe aos seus legítimos limites – afinal, a minha liberdade termina onde começa aquela dos meus semelhantes, indistintamente da sua cor ou credo.

Hoje acompanho, com muito orgulho, os suiços.

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