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Já perdi a conta ao número de vezes que vi este sincero amigo de Portugal entre a versão a solo e os “seus” extintos (?) Bauhaus. Desde o mítico concerto do Rivoli em que a plateia cedeu – literalmente – aos primeiros acordes de “Kick in the eye” e que acabou com Murphy na janela do camarim a berrar We love our audience (de “Spirit”) para os fãs resistentes na Rua Magalhães Lemos.

Mais tarde, vi-o no Coliseu e pela última vez num concerto em Gaia há dois anos, num pavilhão com péssimas condições acústicas. Hoje, na Casa da Música, não haverá desculpas pelo som e a “audience” será a mesma de sempre – fiel.

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