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Esta notícia do Público online não é mais do que a confirmação daquilo que todos os que têm acompanhado esta audição (parte 1 e 2) já tinham concluído: que o Governador do Banco de Portugal assume pose de “frete” perante os deputados da nação e, para mais, é malcriado (nisso acompanhando o deputado Nuno Melo).

Para quem é detentor de um cargo público e, para mais, bem remunerado (pelo menos, para o que constitui a sua interpretação do exercício dessas funções) pedir-se-ia maior dose de paciência e tolerância e, mais do que tudo, educação e dignidade. Escusado será dizer que tudo isso tem faltado.

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