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Esta notícia do Público Online era esperada desde a novela mexicana ontem protagonizada por Oliveira e Costa no Parlamento: se a censura vai toda para Dias Loureiro por ter aparentemente mentido de forma despudorada às mais altas instâncias da nação – primeiro aos deputados e depois ao Presidente da República, o mérito vai inteirinho para o deputado Nuno Melo que (bem) liderou a comissão parlamentar de inquérito.

Que  ninguém se engane: não tivessem sido excelentes os resultados da desmontagem dos factos do caso BPN no seio da comissão parlamentar, quer pelos depoimentos de muitos dos inquiridos, quer pelas centenas (milhares?) de documentos a que a comissão logrou ter acesso, nunca Oliveira e Costa teria sentido o apelo inabalável de falar abertamente, com isso “empurrando” Dias Loureiro a tomar a atitude que há muito deveria ter tomado.

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