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Perante esta notícia uma conclusão há desde já a retirar: no braço de ferro entre Max Mosley e a Ferrari, aquele vence por 1-0. Basta ler o “comentário” oficioso da Ferrari (disponível aqui em Inglês) para retirar daí o sentido.

A F1 é, pois, um cadáver anunciado: se ainda estrebucha (época de 2009), o seu fim (época de 2010) avizinha-se e tem como subscritores da certidão de óbito Max Mosley e Bernie Ecclestone, duas faces da mesma moeda em que autoritarismo e ganância são a cara e a coroa.

Falta saber o futuro das grandes marcas e esse, por certo, não passará por aqui enquanto por lá andarem estes dois homens.

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