Por ordem de relevância, para se perceber bem a mecânica das notícias em Portugal:

1.º – Esta notícia do Público online sobre o facilitismo das provas de aferição dos 4.º e 6.º anos é a notícia que verdadeiramente importa sobre o ensino – testes com “resposta guiada” são, sem dúvida, a melhor maneira de preparar os alunos para as dificuldades que lhes surgirão nos anos vindouros, seja em níveis de ensino mais exigentes, seja para as suas próprias vidas;

2.º – O caso da Professora de Espinho é um “não caso” – situações similares podem surgir em qualquer instituição (de ensino ou não, privada ou pública, tanto faz) sempre que alguém sofra de perturbações ou transtornos de natureza psíquica. O facto de ter havido uma gravação fonográfica (estranho –  aqui já vale como meio de prova, ao contrário do caso “Freeport”?) só denuncia que o caso teria já antecedentes e um contexto que importaria explicar antes de julgar/linchar a visada.

Retratos “photomaton” de um ensino a nú.

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