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Faz hoje precisamente 29 anos que Ian Curtis, vocalista dos Joy Division, se enforcou, sufocado numa depressão e aprisionado num triângulo amoroso entre a sua mulher, Deborah, e a sua amante Annik Honoré.

Não gosto de invocar quem cá já não está, mas o legado mantém-se e uma coisa deve ser dita: ao contrário do que me ensinaram, o suicídio não é um acto de cobardia mas de coragem – gostando da vida como gosto, e nunca tendo considerado como solução para qualquer problema esse caminho, não deixo de homenagear a coragem dos que, não tendo aparentemente outra solução, optam pela saída de Ian Curtis.

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