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Há muito que tencionava falar dos “Clã” e, sobretudo, de quanto gosto de os ver no seu ambiente natural – o palco, onde Manuela Azevedo (vocalista) dá nova vida às canções e contagia a assistência com a sua energia transbordante. Claro que um passarinho (neste caso, ave canora) não faz a primavera e o resto da banda não fica abaixo da vocalista em talento e competência, tudo somando um resultado e uma carreira notável, construída a partir do Porto.

E se falo aqui dos “Clã” é por saber do seu sucesso fora de portas (concertos nos EUA e em Madrid) que mereceu até, honras de recente notícia no “El Mundo” aquando do concerto de promoção do seu último álbum “Cintura” (2007). Quem quiser saber notícias da sua digressão pode sempre acompanhar o blogue da banda.

É daquele disco que retiro uma das minha canções preferidas – “Tira a teima”, com uma letra irresistível:

«Tu não sonhas ao que venho

Não sabes do que sou capaz

Eu dou tudo quanto tenho  

Não funciono a meio gás».

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