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Sempre ouvi dizer e nunca li o desmentido (…) que as gajas, entre elas, são umas “cabras”: seja por questões de calças, seja por questões profissionais ou mesmo pelo tamanho dos apêndices peitorais, não há rivalidade como a delas. Enquanto os homens, se têm algum problema entre eles, o resolvem preferencialmente à frente de umas «bejecas» e de um jogo de futebol na tv, as “gajas” transformam qualquer questão menor entre elas numa convulsão com proporções e consequências imprevisíveis.

Partindo desta premissa (inquestionável!) sempre as ouvi dizer que preferiam trabalhar com homens, está claro, porque as “outras” são sempre “isto e aquilo”. Hoje, tive finalmente a confirmação plena para todo este arrazoado, vinda de fonte insuspeita – o “New York Times”: de acordo com este artigo que aborda o tema da intimidação (bullying) no meio laboral, 40% do total de agentes são “elas” e estas escolhem preferencialmente “outras” como vítimas (70% do total). Curiosamente, o estudo não deixa de referir que os homens são paritários – tantos as chateiam a elas como se chateiam entre eles!

Em função disto, só falta mesmo o regresso ao tempo dos nossos pais – mulheres para a cozinha, já! 🙂

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