Confesso sou mais dado às letras em prosa do que em poesia, mas a esta não resisti:

«Poema da Mente….

O POEMA DA ‘MENTE’

Há um primeiro-ministro que mente.
Mente de corpo e alma, completamente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele mente sinceramente.
Mas que mente, sobretudo, impunemente…
Indecentemente… mente.
E mente tão racionalmente,
Que acha que mentindo vida fora,

Nos vai enganar eternamente».

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