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Nos tempos que correm, em que o marketing directo nunca foi tão agressivo, e em que passamos a vida a ouvir falar de “ofertas imbatíveis”, “bónus” e “suplementos grátis”, lembro-me sempre da velha máxima de Milton Friedman (Nobel da Economia) que afirmava que – «não há almoços grátis».

Pelos vistos, e para além do meu ancestral cepticismo (ou forretice?), segundo esta notícia do Público, também Nicolas Sarkozy partilha da velha máxima do economista americano e vai de cobrar 8 euros por almoço de cada cabeça governante francesa no Palácio do Eliseu. 

Não faltará muito para ver ministros do governo francês, em contenção de despesas, a comer disfarçadamente a tradicional baguete “au jambon” no intervalo de reuniões de trabalho com o Presidente.

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