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Quem é leitor habitual deste blogue já percebeu que aqui e aqui nunca foi escondida a admiração pelas parcerias entre James Gray (realizador) e Joaquin Phoenix (actor).

Sem prejuízo de pairar a dúvida sobre a sanidade mental actual do actor, o certo é que a sua carreira nunca foi trilhada por caminhos fáceis. Quanto a James Gray, é notável o sentido de ritmo, a fotografia e a música.

Ontem, mais uma vez graças a mão amiga que trouxe em primeira mão o DVD de “Two Lovers” (de 2008), foi-me dado o privilégio de ver o filme, mesmo antes de estrear em Portugal.

História de um triângulo amoroso entre Leonard (Joaquin Phoenix), Michelle (Gwyneth Paltrow) e Sandra (Vinessa Shaw), a que não falta Isabella Rossellini no papel de mãe de Leonard, o filme é uma história aparentemente banal, em que o lugar principal está reservado às excelentes interpretações dos actores mencionados.

Do conflito psicológico e densidade emocional do papel atribuído a Joaquin Phoenix, à instabilidade e fragilidade da personagem atribuída à lindíssima Gwyneth Paltrow, o filme prende e faz-nos “sentir” os conflitos interiores de cada um dos intervenientes, como se o espectador fosse parte da trama.

A estrear em Junho por cá e, como é natural, imperdível.

p.s. – atenção à banda sonora e a uma cena em que a música de fundo é bem familiar a qualquer português que se preze.

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