Ao que parece enterra-se hoje definitivamente o machado de guerra naquela que foi a maior instituição de crédito privada nacional (hoje não teria essa certeza!). Do pioneirismo e inovação dos primeiros tempos ao crescimento e grandeza de muitos anos, pouco restará, senão a memória da tomada de assalto recente dos órgãos de gestão pela actual administração.

No meio desta guerra, pelo menos meia dúzia de figuras eminentes da banca portuguesa dos últimos 30 anos viram o seu (bom) nome seriamente comprometido.

Que a paz que se anuncia seja também prenúncio da reabilitação da memória dos fundadores é o desejo que não pode deixar de aqui figurar.

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