Na amizade, tal como noutro qualquer tipo de relacionamento humano, são inevitáveis surpresas, umas agradáveis e outras nem por isso. Quanto às primeiras há que as valorizar pelo que acrescentam ao que somos e no que toca às segundas dar-lhes o devido desconto que a natureza imperfeita do ser humano aconselha.

Quando uma velha amizade de mais de três décadas que julgávamos “desaparecida em combate” nos surge por ocasião do nosso aniversário, ainda para mais com uma lembrança na mão, a surpresa é inevitável sobretudo se essa amizade foi trilhada por caminhos intermitentes e por entre pedras, esquinas e desvios.

Por aquilo que este gesto representou explicita e implicitamente, obrigado P.!

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