Na sala de espera de uma clínica, apanho uma revista de “negócios” (aparentemente Angolana ou virada para esse mercado…) e uma reportagem dedicada a John Piermont Morgan, banqueiro americano que fundou o banco que actualmente se denomina “J.P. Morgan Chase”.

Morgan era daquela raça de banqueiros que já não existe e a quem são atribuídas algumas máximas que hoje fariam corar qualquer aprendiz de feiticeiro em plena crise financeira.

Uma – «Se você tem que perguntar quanto custa, é porque não pode comprar»;

Duas – «Um homem tem sempre duas razões para aquilo que faz – uma boa razão e a verdadeira razão».

Por fim, e quando se confrontava com reuniões intermináveis (como as odeio!) obrigava os seus subordinados a responderem apenas a uma de duas questões – «sim ou não?».

Bons princípios que fizeram do JP Morgan Chase o colosso financeiro que a tudo resistiu mesmo ao “subprime”. 😉

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