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quantumofsolacepic22

Vi-o ontem e, como é lógico, gostei. Continuo a achar Daniel Craig tão expressivo como um bloco de gelo perdido na Antártida (nesse aspecto, Pierce Brosnan sempre me pareceu mais convincente), mas essa frieza é mais do que compensada por Olga Kurylenko (quem disse que as eslavas são sempre louras????).

Alguém ao meu lado observou (e com inteira razão, como sempre!) que este era o filme do 007 mais violento que alguma vez havia visto. Claro que os argumentos tendem a seguir os costumes de cada época e, nesse aspecto, a violência dos primeiros 007, da década de sessenta, parece autêntica ternura comparada com os mais recentes – sinais dos tempos!

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